Fiscalização em centro de distribuição de encomendas contou com auxílio de cão farejador; três bolivianos e uma brasileira foram encaminhados à Polícia Federal.
Fiscalização em centro de distribuição de encomendas contou com auxílio de cão farejador; três bolivianos e uma brasileira foram encaminhados à Polícia Federal.
Uma fiscalização conjunta da Receita Federal e da Polícia Federal resultou na apreensão de aproximadamente 1,1 quilo de uma substância com características semelhantes às do ecstasy, na manhã de sexta-feira (23), em um centro de distribuição de encomendas de Corumbá, município localizado na fronteira de Mato Grosso do Sul com a Bolívia.
A operação também terminou com quatro pessoas detidas e encaminhadas à Delegacia da Polícia Federal para os procedimentos de investigação.
De acordo com informações atribuídas à Alfândega da Receita Federal em Corumbá, a fiscalização ocorreu por volta das 10 horas.
Durante a inspeção de encomendas, um cão farejador da Receita Federal sinalizou a possível presença de substâncias entorpecentes em uma das caixas.
A partir da indicação, os agentes acompanharam a entrega da encomenda e solicitaram a abertura do volume, onde encontraram aproximadamente 1,1 quilo de material inicialmente identificado como semelhante a ecstasy.
Três cidadãos bolivianos e uma brasileira, identificados pelas autoridades como responsáveis pela retirada da encomenda, foram detidos e conduzidos à Delegacia da Polícia Federal em Corumbá.
As informações divulgadas à imprensa não esclarecem a origem e o destino final da remessa, tampouco a situação jurídica individual das quatro pessoas após o encaminhamento à unidade policial.
Também não foi apresentado, nas informações consultadas, resultado pericial conclusivo sobre a composição química do material apreendido.
Segundo a Alfândega da Receita Federal em Corumbá, o trabalho desenvolvido em parceria com a Polícia Federal já contabiliza dez apreensões de drogas sintéticas, semissintéticas e substâncias alucinógenas.
As ações integram os esforços de fiscalização das encomendas transportadas pela região de fronteira.
A Polícia Federal é responsável pela continuidade da apuração para esclarecer as circunstâncias da remessa e a eventual responsabilidade dos envolvidos.
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