Iniciativa do Cejusc amplia o acesso da população à resolução consensual de conflitos com atendimentos em nove regiões de Corumbá e Ladário ao longo do mês.
Iniciativa do Cejusc amplia o acesso da população à resolução consensual de conflitos com atendimentos em nove regiões de Corumbá e Ladário ao longo do mês.
O projeto Mediar é Legal, desenvolvido pelo Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da comarca de Corumbá, dará continuidade aos atendimentos gratuitos de mediação e conciliação durante o mês de agosto em bairros e comunidades urbanas e rurais de Corumbá e Ladário. A iniciativa busca facilitar o acesso da população aos serviços do Poder Judiciário, oferecendo a possibilidade de resolver conflitos por meio de acordos antes do ingresso de ações judiciais.
A programação contempla nove localidades ao longo do mês. O primeiro atendimento será realizado no dia 8 de agosto, às 8h30, no bairro Guanã, nas proximidades do lixão. Em seguida, as equipes estarão presentes no CRAS Itinerante, em Corumbá, no dia 14; no Passo do Lontra e no Porto Morrinho, em 15 de agosto; no CRAS II, em 21 de agosto; em Albuquerque, no dia 22; no CRAS I, em 27 de agosto; no CRAS Albuquerque, em 28 de agosto; e na Praça da Popular Nova, em 29 de agosto.
Com apoio da Prefeitura de Corumbá, o projeto é vinculado ao Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), coordenado pelo juiz Maurício Cleber Miglioranzi Santos e executado pelo Cejusc de Corumbá. Durante as ações, a equipe presta orientações sobre os procedimentos de mediação e conciliação, esclarece quais demandas podem ser atendidas, realiza atermações para agendamento de audiências e fornece informações sobre a documentação necessária e os canais de atendimento.
Além de ampliar o acesso aos serviços gratuitos de resolução consensual de conflitos, a iniciativa também busca informar a população sobre o funcionamento do Cejusc. No procedimento pré-processual, qualquer uma das partes pode solicitar diretamente uma audiência de mediação, sem custos, para tentar solucionar conflitos de forma consensual.
As primeiras ações do projeto ocorreram em junho, com atendimentos no Porto da Manga e no Porto Esperança. Desde então, a iniciativa também passou pelos bairros Padre Ernesto Sassida e Jardinzinho, realizou atividades junto à 18ª Brigada de Fronteira e levou os serviços ao município de Ladário. Participam do projeto os mediadores Amanda Bahati da Costa, Silvia de Fátima Pires, Iris Rodrigues Almeida dos Santos e Lauther da Silva Serra Júnior.
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